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Conheça as 12 bandas que disputam prêmio no Woodstock Old And New Festival

Nós ouvimos todas (quer dizer quase todas) e trouxemos informações para você mapear a sua noite e o seu voto no evento deste sábado

Por Elielton Nicolau Amador Fotos: Divulgação
 
O Woodstock Old And New selecionou 12 entre 111 grupos inscritos para tocar no festival. Depois que a primeira curadoria foi destituída, uma nova foi escolhida (Leia mais AQUI). Mas quem são as seletas bandas escolhidas para o festival? O Pará Música juntou a descrição das 12 selecionadas pela nova curadoria e foi atrás das fanpages e outras redes sociais delas para saber quem são. Você pode conferir aqui o som de cada uma delas. Com a descrição fornecida pelas próprias bandas, você também vai encontrar um comentário nosso sobre como percebemos a banda. Confira em ordem aleatória. Proporcionalmente, escutamos mais bandas que a Glória Pires viu filmes para comentar o Oscar. 

The Steamy Frogs - Vem de Icoaraci, distrito de Belém, considerado um reduto de inovações e resistência na história do rock paraense. A banda surge na cena em 2015 com o intuito de produzir música sem rótulos, que possibilitem ao ouvinte sensações e sentimentos que guiem seu corpo a dançar ou em muitas horas, entrar num estado de introspecção. “O som é psicodélico. Traz influência tanto da música nacional quanto da música internacional, escrevendo tanto português quanto em Inglês letras que versam aspectos da vida de jovens no auge dos anos 20, em pleno século 21.” Formada por Lucas Castanha (vocal e guitarra rítimica) Felipe Mendes (Teclados) Tiago Ribeiro (Contra-baixo e vocal de apoio) Alan Vitor Farias (Guitarra solo e vocal de apoio) e Lucas Armstrong (Bateria e vocal de apoio).

Comentário: A banda tem um visual bacana em suas redes. Por isso escolhi ela para colocar no topo da matéria e usar essa foto maneira. O som é climático e lembra em muito as bandas dos anos 1960. Tem o clima do festival, mas não tem o mesmo virtuosismo. Só acho.  

Facebook:

https://www.facebook.com/thesteamyfrogs/

OUÇA AQUI:

https://youtu.be/CdymPAMVVMQ

 

Álibi de Orfeu - Karen, Sidney, Rafael, Sabá e Rui juntaram os trapos, abriram a mala e descobriram que havia um álibi para o ano de 2016: músicas de ontem, de hoje e do amanhã. Trazendo um trabalho sólido dentro do cenário musical do Pará, a Álibi de Orfeu, banda que surge no final dos anos 1980, com trajetória de projeção fora do Estado.

Comentário: Álibi de Orfeu é antes de tudo uma banda obstinada. E de músicos excelentes. Rapidamente (de cabeça) eu contei cinco vocalistas que já passaram pela banda. Não vi ainda a performance da nova vocalista, Karen Iawasaki. Espero ver no festival. Também não achei vídeo ou áudio com ela. Fiquem com o último clipe gravado no Auto do Círio com a ex-vocalista Norah. Tamanha trajetória e tantas formações atrapalham apenas um pouco na hora de contar a história, de achar o correto entre tantos perfis nas redes sociais etc. Mas fora isso, vale a pena sempre ao vivo.  

Facebook:

https://www.facebook.com/alibideorfeu/

OUÇA AQUI:

https://youtu.be/YpKU8VqtcrE

A República Imperial - Fazendo um som MPB-Latino Experimental, a banda foi formada em janeiro de 2013, mistura ritmos de países latino-americanos (que tem por base as línguas românticas derivadas do latim), num flerte conceitual com outras artes como o teatro, a literatura e o cinema sul americanos. No sábado, a banda vai lançar oficialmente a sua campanha de crowdfunding (financiamento coletivo) pela plataforma Catarse, na primeira edição do Woodstock Old & New Festival.

Comentário: Pela descrição deu para perceber que se trata de uma proposta sofisticada né? Então, ouça e tire suas próprias conclusões.

 

Facebook:

https://www.facebook.com/ARepublicaImperial

OUÇA AQUI

https://youtu.be/3mAI1szfAZw

 

Cactus ao Luar - Chacoalhar o corpo e a mente ao som dos batuques. É o que promete a banda Cactus ao Luar, formada por um grupo de amigos, entre eles um sul mato-grossense, além de outros cinco filhos da terra. A banda nasce do gosto pelo rito musical frenético dos tambores misturado ao peso swingado da guitarra destorcida, além do groove grave entonado pelo contrabaixo. Traz novas leituras dos ritmos regionais, contendo em seu repertório, carimbó, reggae, afoxé, entre outros. Formação: Bruno Barros (banjo e voz), Hugo Marola (baixo), Pepeco Josan (guitarra), Alê Nogueira e Clayderson Freire (percussão) e Ricardo Silva (bateria).

Comentários: As músicas disponíveis têm um groove gostoso de reggae.  Resta saber como esta banda, nova, vai conduzir um show inteiro.

Facebook:

https://www.facebook.com/Cactus-ao-Luar-227929750898339/

OUÇA AQUI:

https://youtu.be/6AwzGNvWzKs

Casa de Folha - A banda é de Belém e já tem cinco anos de estrada. A pluralidades que os unem esta em “Bangalô” – EP Gravado no Guamundo Home Studio, com produção e direção musical de Renato Torres. Formado por Thais Ribeiro – vocal; Jassar Protázio – baixo; Ismael Rodrigues – Percussão e André Butter – violão, a banda ainda conta com os frequentes acompanhamentos de JP Cavalcante – percussões, e Daniel Serrão – sax e teclados. Gravar histórias. Contar versos. Folhear canções. Eis a Casa de Folha.

Comentários: Gosto muito dessa banda. Principalmente depois de como ela se arrumou com a chegada de Thais Ribeiro, cantora de quem tive o prazer de produzir dois singles, e com quem cantei. Uma das minhas preferidas (e está na frente na votação da internet). Ah, sim, sou suspeito pra falar.

Facebook:

https://www.facebook.com/CasadeFolha/

OUÇA AQUI:

https://soundcloud.com/casadefolha

 

E Ouça Thais Ribeiro aqui:

https://soundcloud.com/thais-ribeiro-80/fugaz-thais-ribeiro

 

Clepsidra - Numa trajetória de 14 anos, Maurício Panzera (baixo e voz) e Renato Torres (guitarra e voz) formam a Clepsidra, um projeto imaginário, utópico, de uma banda que nunca termina, uma banda que é um duo, que pode ser uma orquestra, pode abrigar todo mundo, como um disco do Clube da Esquina. E pode ser apenas os dois, tocando violão à beira de um rio qualquer. Três discos lançados pelo selo Na Music (Bem Musical, 2004, Tempo Líquido, 2006, e Independente, 2015), e várias formações depois a banda volta aos palcos da cidade com o lançamento de Independente no final de 2015. No Woodstock Old & New Festival vai mostrar uma performance que passa a limpo essa trajetória, junto aos músicos Rodrigo Ferreira (teclado) e Willy Benitez (bateria), velhos parceiros da dupla.

Comentário: Sempre podemos esperar boas surpresas de Renato Torres e Maurício Panzera. Sou fã insuspeito.

Facebook:

https://www.facebook.com/clepsidramusic

OUÇA AQUI:

https://soundcloud.com/clepsidra-1

Dharma Burns - A banda nasce em 2006, trazendo uma carreira de conquistas e participações em vários festivais. Composta por amigos que curtiam powerpop, rock dos anos 60 e 70, britpop e indie rock, lançou em 2007 o primeiro single “comfort me now” e depois o primeiro EP "Debut", produzido por Ivan Jangoux, nos estúdio da AM&T. O videoclipe da música "December Lights", produzido pela Digital Produções, veio da conquista do 2º lugar, no CCAA Fest 2011. Em 2015 a banda participou pela segunda vez do Festival Se Rasgum, e este ano de 2016 ela está no Woodstock Old and News, completando seus 10 anos com muitas novidades. Formação: Bruno Rafael (Guitarra), Marcelo Kahwage (voz e guitarra), Antonio Bomber (synth), André Monteiro (teclado), Bruno Oliveira (bateria), Fuad Farah (Baixo).

Comentário: A banda traz a marca registrada da competência e sensibilidade de Marcelo Kahwage e seus companheiros. Será, certamente, um grande show.

Facebook:

https://www.facebook.com/dharma.burns/

OUÇA AQUI:

https://soundcloud.com/dharma-burns

 

 

Dislexia - Punk, Hardcore e Reggae. Muita gente estranha essa combinação, mas a banda Dislexia desmistifica tudo quando nos diz que estes ritmos são uma maneira sonora de contestar o sistema e cantar (ou mesmo gritar) revoltas impostas contra a vontade das pessoas. Originária de Belém, a Dislexia surgiu ano passado, trazendo nos riffs do Punk Hardcore e na psicodelia melódica do Reggae, o retrato de uma sociedade em seus vários aspectos. Formada por Rafael Du Vale (vocal), Léo Gomes (Guitarra), Vitor Vieira (Guitarra), Raoni Joseph (Baixo) e Luyan Sales (bateria).

Comentário: Tenho andado afastado do hardcore. Mas posso dizer que essa é uma das bandas que vem se destacando na cena porque sempre chegam muitas coisas deles. Cantam em português e as vozes são meio altas nas gravações (querem passar uma mensagem acessível). Os músicos são muito bons.

Facebook:

https://www.facebook.com/dislexiaphr/

OUÇA AQUI:

https://dislexiadsx.bandcamp.com/album/incoer-ncia

 

 

Groover - Surge em 2013 com a proposta de fazer um Rock and Roll descontraído, com muitos solos de guitarra, grooves e ritmos dançantes influenciados pelo Blues, Hard Rock e Heavy Metal. Atualmente formada por Albert Tex (Voz), Gil Luis (Bateria e Backing vocal), Hiruki Kikuchi (guitarra) e Roosevelt Santos (Baixo), a banda possui em seu histórico participações em diversos festivais e entrevistas em programas como o Balanço do Rock e Protótipo, na Rádio Cultura do Pará. Este ano, a banda lançou seu single (produzido, gravado, masterizado e mixado no Estúdio Livre) e webclip intitulado “Rock Party”.

Comentário: Sem comentários. Como diria, Glória Pires, "não teria como opinar". Tentei ouvir, mas antes do solo de introdução terminar caiu a energia na Sacramenta.  Ouçam e depois me digam.

Facebook:

https://www.facebook.com/GrooverOficial/

OUÇA AQUI:

https://soundcloud.com/grooveroficial

Sokera - Formada em 2014, o Sokera tem uma proposta simples e direta de brutalizar, destruir e esbandalhar tudo, apontando os males da violência vazia e procurando canalizar isso de maneira positiva. De influências hardcore "nova iorquino" (Madball, Stick To Your Guns, Bane, Get The Shot) e de bandas melódicas, é formada por Zé Lucas no vocal, Paulo “Bigfoot” na guitarra, Felipe Martins na guitarra, Matheus Pinheiro, no baixo, e Alexandre Lima, na bateria. Em 2015 lançaram seu primeiro material, um EP com seis músicas intitulado "Sokera", que conta com a participações dos vocais da Teach Peace (PA), Antes do Erro (PA) e Surra (SP)."

Comentário: Ui!! Parece que eles são tão bons fazendo barulho quanto em descrever seus propósitos musicais. Guturais ensurdecedores. Como diz uma amiga minha, tem gente que gosta, tem gente que não gosta. Então, se você gosta vai lá e se mata! Para os recalcados que não entenderam a proposta da banda e querem apenas um motivo para mostrar sua “macheza”: eles são bons.

Facebook:

https://www.facebook.com/sokerahardcore

OUÇA AQUI:

https://sokerahardcore.bandcamp.com/album/sokera

 

Velhos Cabanos - Surge em Icoaraci, de um projeto no qual mescla influências das primeiras waves Progressivas, Setentistas, trazendo presença marcante da sonoridade do Blues, centrando na cena neo-psicodélica da cidade. As canções compostas por flutuações na linha de baixo e solos de guitarra, longos e encorpados, se aliam a estética que explora temas fantásticos e místicos, buscando reflexões introspectivas que dialoguem com questionamentos das relações humanas. No palco, mostra performance teatral e incorpora os mais variados campos artísticos, a fim de quebrar qualquer barreira e integrar as ligações das linguagens e expressões no universo das artes. É formada por Phellipe Fialho (vocalista e guitarra solo), Matheus Leão ( Contrabaixo e vocal de apoio), Enzo Marques (Guitarra rítimica e vocal de apoio), Felipe Mendes (Teclados) e  Lucas Franco (Baterista).

Comentário:  Tipo “Novos Baianos” né? Proposta bicho grilo. Não consegui ver a música gravada ao vivo e postada no youtube. Achei bagunçado demais. Porém, tem uma música no soundcloud que tem mais de 1.000 audições. Ouçam e me digam se souberem o motivo.  

Facebook:

https://www.facebook.com/Velhos-Cabanos-1670833643134730/

OUÇA AQUI:

https://soundcloud.com/velhoscabanos

 

Vinyl Laranja - Produz rock alternativo com identidade sonora e poderosa atitude rock'n roll. Com 11 anos de carreira, formada por Andro Baudelaire, Bruno Folha, Saul Smith e Lucas VH, a banda paraense é embaixadora do projeto humanitário “Project Mios”, na cidade de Boston-MA, conta com quatro discos lançados pelo selo Na Music e dezenas festivais nacionais e internacionais.  Seu último trabalho, "Uncheagle past Fleeting future", teve produção iniciada por Andrew Hernandez e finalizada por Kevin Szymansky (também produtor de discos do Queens of the Stone Age e Foo Fighters), foi gravado nos estúdios 12th Street Sound e Esturay Studios em Austin-TX. Recentemente, a banda colocou o pé na estrada e realizou mais de 60 shows em terras norte-americanas.

Comentário: Os caras já eram bons antes. Imaginem com a bagagem que trouxeram dos states. Não perde não, mano!

Facebook:

https://www.facebook.com/Vinyllaranja

OUÇA AQUI:

https://soundcloud.com/vinyl_laranja

 

PROGRAMAÇÃO: 

 ·        16h40 – Clepsidra

·        17h20 - Steamy Frogs

·        18h – Dislexia

·        18h40 - Velhos Cabanos

·        19h20 – Sokera

·        20h - Tributo Secos e Molhados/Os Mutantes/Novos Baianos

·        20h40 - República

·        21h20 - Álibi de Orfeu

·        22h - Cactus ao Luar

·        22h40 - Casa de Folha

·        23h20 - Tributo Janis Joplin

·        0h – Groover

·        0h40 - Vinyl Laranja

·        01h20 - Tributo a Creedence

·        2h - Dharma Burns

·        02h40 - Jimi Hendrix

·        03h20 - The Who

VOTE AQUI: 

https://www.facebook.com/events/207693002942249/

 

SERVIÇO:

Woodstock Old & New Festival.

Dia 30 de abril, a partir das 14h - Insano Marina Club - Rua São Boaventura, 268, final da Tamandaré, Cidade Velha, Belém Pará.

Ingressos:

loja Na Figueredo

Loja Via Hippie - Cidade Nova

Bilheteria do local, até o dia 30.

Custam R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia).

*Levando um quilo de alimento não perecível ou aparecendo por lá caracterizado da época, o público paga meia entrada.

Apoio: TV Liberal, Funtelpa, Cabron, Studio G2 Comunicações, Keuffer, Amorosa Escola de Linguagens, Studio de Teatro Tiago de Pinho, Studio Charles Tattoo.

Informações: 981042078/998247668.

 

29 de abril, 2016 - 09h27
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Comentários (7):

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Ok godt nok men har hørt den der blomst kan dræbe plneatn så tror jeg klipper den af kan man det bare lige med det samme når man kan se den begynde ?

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